Diante da existência de demanda regional sobre o tema cachaça e necessidade de desenvolvimento da linha de pesquisa até então inexistente na APTA, os pesquisadores se uniram na formação de grupo de pesquisa multidisciplinar, com intuito de unir conhecimentos e desenvolver um trabalho para abranger as principais regiões produtoras de cachaça do estado de SP (Piracicaba, Monte Alegre do Sul, Ribeirão Preto e Jaú).

O grupo foi constituído envolvendo pesquisadores dos Pólos Regionais Centro Sul, Centro Oeste e Leste Paulista e o Instituto de Economia Agrícola (IEA).

Esse grupo realiza reuniões periódicas, para discussão técnica e científica da situação da cadeia da cachaça, promovendo estudos bibliográficos e debates, para atualizações de conhecimentos e visitas técnicas aos produtores.

O grupo está se consolidando e tem promovido diversas parcerias regionais e estaduais, como Sebrae SP, Sebrae Regional, Universidades, Prefeituras locais e Associações de produtores.

OBJETIVOS DO GRUPO

Atuar em pesquisa da cadeia da cachaça de alambique paulista, promovendo o fortalecimento do setor e o desenvolvimento regional.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Caracterizar o Padrão de Identidade e Qualidade da cachaça de alambique produzida no Estado de São Paulo;
  • Identificar e desenvolver atributos físicos e/ou humanos relacionados a região de produção   (tipificação);
  • Pesquisar e difundir tecnologias para elevar o potencial da qualidade e produtividade da cachaça de alambique;
  • Identificar as vias de comercialização e suas potencialidades;
  • Análise sócio-econômica da cadeia de produção da cachaça de alambique;
  • Estudo das estratégias de markenting;
  • Contribuir, por meio da pesquisa científica, para a revitalização do setor e capacitação dos produtores;
  • Arranjos produtivos locais;
  • Contribuir para a sustentabilidade da agricultura familiar.

AÇÕES

  • Identificar os agentes envolvidos com a produção das diversas regiões do estado;
  • Diagnosticar a situação socioeconômica e tecnológica atual dos produtores e da produção de cachaça de alambique paulista;
  • Levantamento varietal da matéria – prima utilizada; 
  • Resgate da cultura local associada a produção da cachaça;
  • Caracterização físico-química da produção;
  • Levantamento de dados para elaboração dos coeficientes técnicos e custo de produção;
  • Identificar as características de produção, produtividade e competitividade do setor;
  • Identificar as estratégias de marketing atuais e buscar inovações;
  • Pesquisar alternativas e destinos dos resíduos oriundos do processo;
  • Reuniões técnico-científicas entre os pesquisadores;
  • Realização de eventos técnicos e oficinas para capacitação e difusão de informações e  de novas tecnologias.

METAS

  • Visitas técnicas (produtores; alambiques, associações, centros de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e etc.);
  • Conhecimento e estudo das normas legais e certificações vigentes;
  • Elaboração e desenvolvimento de projetos de pesquisa para instituições de fomento;
  • Elaboração de artigos científicos para publicação.
  • Pesquisas sobre ajustes tecnológicos referentes às etapas do processo de produção;
  • Visitas técnicas (produtores; alambiques, associações, centros de pesquisa, desenvolvimento tecnológico, regiões produtoras de destaque e etc.);
  • Elaboração e desenvolvimento de projetos de pesquisa para instituições de fomento;
  • Elaboração de artigos científicos para publicação;
  • Identificação e caracterização das vias de comercialização praticadas nas regiões de atuação do grupo;
  • Pesquisa sobre aplicação tecnológica das normas exigidas em relação aos aspectos legais do meio ambiente;
  • Realização de oficinas de produção de cana-de-açúcar, processamento da cachaça de alambique, mercado, comercialização e legislação;
  • Caracterização físico-química da produção;
  • Levantamento varietal da matéria – prima utilizada;
  • Resgate da cultura local associada a produção da cachaça;
  • Levantamento de dados para elaboração dos coeficientes técnicos e custo de produção;
  • Diagnóstico da situação socioeconômica e tecnológica atual dos produtores e da produção de cachaça de alambique paulista;
  • Reuniões técnico-científicas entre os pesquisadores;
  • Identificação das estratégias de marketing atuais e buscar inovações;
  • Pesquisa das alternativas e destinos dos resíduos oriundos do processo.


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