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Defensivos em queda no mercado de São Paulo

A valorização do real em relação ao dólar, a crise de liquidez e renda no segmento de grãos e o avanço dos transgênicos motivaram uma queda generalizada de preços dos defensivos agrícolas vendidos em São Paulo em agosto, segundo levantamento do Instituto de Economia Agrícola (IEA) - vinculado à Secretaria de Agricultura do Estado - divulgado na semana passada. De 110 produtos pesquisados, 108 ficaram mais baratos que em agosto do ano passado, mesmo com os preços daquele mês corrigidos pelo IGP-DI da FGV. Na comparação, a maior queda observada chegou a 37,2%. Conforme o levantamento, apenas um inseticida e um fungicidas ficaram mais caros. O estudo do IEA lembra que, de acordo com fontes do setor, a retração da demanda e a queda de preços reduziram o faturamento do segmento em 34% na relação entre os sete primeiros meses de 2005 e 2006. Em todo o ano passado, conforme o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag), as vendas de defensivos no Brasil somaram US$ 4,244 bilhões, ante os US$ 4,495 bilhões apurados em 2004. Em São Paulo, segundo o IEA, o segmento faturou US$ 781,5 milhões em 2005, com destaque para os herbicidas, que renderam US$ 302,6 milhões. A agricultura paulista absorveu 98.604 toneladas de defensivos no ano passado, e os herbicidas representaram 44%. Ver mais em www.iea.sp.gov.br
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