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Dia do Agricultor: IEA participa das comemorações no parque da Água Branca

Em 2012, a área agrícola paulista ocupava uma extensão de 21,4 milhões de hectares, segundo levantamento realizado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. Montante que corresponde a apenas 2,5% do território nacional. Ainda assim, o Estado de São Paulo é responsável por 54,4% da produção nacional de cana de açúcar, 51,1% da produção de etanol e 58,6% da produção brasileira de açúcar. Também é o primeiro na produção de frutas de mesa e borracha natural. O Valor da Produção Agropecuária Florestal (VPAF) em 2012 foi de R$ 61,5 bilhões, um crescimento de 3,31% em relação ao ano anterior.
Com estatísticas tão surpreendentes, São Paulo tem motivos para comemorar e saudar o agricultor no seu dia e o Instituto de Economia Agrícola, que acompanha a agricultura paulista no seu dia a dia fornecendo subsídios para que ela seja cada vez mais pujante, estará presente no Parque da Água Branca nos próximos dias 27 e 28 de julho para apresentar ao público suas atividades. O objetivo é divulgar o que a Secretaria de Agricultura e seus órgãos vinculados fazem, dando ao público urbano a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a atuação da Pasta. O IEA fará uma exposição com suas principais publicações, folders e haverá um servidor para sanar eventuais dúvidas dos visitantes.
Sobre o IEA
Fundado em 1942, o Instituto de Economia Agrícola (IEA), braço econômico da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, foi a primeira instituição a sistematizar os estudos sobre economia agrícola no Brasil. Com um trabalho voltado para pesquisadores, estudantes e profissionais que atuam nas diversas etapas das cadeias produtivas do agronegócio, subsidia a tomada de decisões em entidades do setor, instituições de ensino e pesquisa, ONGs, representações diplomáticas e profissionais liberais.
As informações e séries estatísticas de preço, produção, produtividade e salários, elaboradas, em grande parte, em parceria com a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), são fontes para a gestão pública e privada. Os levantamentos estatísticos serviram de modelo para outras instituições e os preços agrícolas são referência para atacadistas, varejistas e produtores.
A prioridade é dada a linhas de pesquisa que atendam às demandas sociais oriundas dos canais institucionais, mas sempre levando em conta a percepção e a sensibilidade dos pesquisadores para as necessidades de médio e longo prazo da agricultura e da sociedade.
Texto: Nara Guimarães
Assessora de Imprensa - IEA  
(11) 5067-0498
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