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Instituto de Pesca abre perspectivas de parceria nas Filipinas

O pesquisador Helcio Luis de Almeida Marques, do Instituto de Pesca (IP-APTA) vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento, estabeleceu contato com pesquisadores da Universidade das Filipinas, que possuem uma linha de pesquisa com cultivo de Macrobrachium rosenbergii (camarão de água doce conhecido como camarão-gigante-da-Malásia, pitu de água doce ou azulão) em gaiolas flutuantes. Uma pesquisadora da equipe mostrou interesse em conhecer trabalhos desenvolvidos pelo IP, por ocasião da sua vinda em junho ao Brasil para o encontro da “World Aquaculture Society (WAS 2011)”, em Natal (RN). 
O IP desenvolveu recentemente pesquisa com M. amazonicum e M. rosenbergii, conta Helcio Marques (hlamarques@gmail.com), que esteve em Kochi (Índia) para participar dos congressos “Asian Pacific Aquaculture 2011” e “Giant Prawn 2011”. A presença de pesquisadores brasileiros em eventos internacionais é importante para aumentar a visibilidade das instituições e manter o contato com pesquisadores de outros países, com vistas a futuras parcerias em projetos de pesquisa e intercâmbios.
No “Giant Prawn 2011”, Hélcio apresentou, a convite, a palestra “Estratégias de marketing e aspectos econômicos do cultivo do camarão da Malásia no Brasil”. Já no “Asian Pacific Aquaculture 2011” foram dois trabalhos: “Análise de orçamento parcial em rizicarcinicultura no Brasil”, em co-autoria com os pesquisadores Marcello Villar Boock (APTA Regional) e Helenice Pereira de Barros e Margarete Mallasen (IP); e “Fixação de sementes da ostra perlífera Pinctada imbricata em coletores verticais e horizontais em Caraguatatuba, Brasil”, em co-autoria com Ligia Coletti Bernadochi (aluna de mestrado do IP), José Luiz Alves (aluno do Centro Universitário Módulo) e Isabella Cristina Antunes da Costa Bordon (pesquisadora egressa do programa de mestrado do IP).
Cerca de 600 pessoas participaram do evento, entre 17 e 22 de janeiro, incluindo pesquisadores, estudantes e expositores, provenientes principalmente da Ásia e da Oceania e também de outros continentes, que desenvolvem trabalhos nos diferentes segmentos da aquicultura.
O congresso “Asian Pacific Aquaculture” abrangeu as áreas de sistemas de produção, piscicultura continental e marinha, carcinicultura marinha e de água doce, cultivo de algas e moluscos, nutrição, genética, saúde e bem-estar de organismos aquáticos cultivados, tecnologia pós-colheita, segurança alimentar e estratégias de marketing na aquicultura.
Já o congresso “Giant Prawn” reuniu os maiores nomes da carcinicultura de água doce mundial, abordando o cultivo de Macrobrachium rosenbergii e de outras espécies de valor econômico, como Macrobrachium nipponense e Macrobrachium amazonicum, em termos de status global, biologia, comportamento reprodutivo, genética, cultivo monossexo, reprodução, larvicultura, produção, manejo sanitário, processamento pós-colheita, estratégias de marketing, aspectos econômicos e mitigação de pobreza.
“É notório que as pesquisas por nós apresentadas encontram-se em nível semelhante às desenvolvidas em centros de pesquisas mais avançados”, revela Hélcio. As apresentações de outros pesquisadores, afirma, mostraram que nossas linhas de pesquisa caminham na direção correta, alinhadas à tendência mundial de estudos sobre cultivos multitróficos, integração de bio-sistemas, policultivo e outros métodos sustentáveis de aqüicultura (adaptação do texto do jornalista Antônio Carlos Simões, do Centro de Comunicação do Instituto de Pesca).
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