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Laboratório do IB testa kit de extração de proteína animal na alimentação de ruminante

Pesquisadores do Laboratório de Viroses de Bovídeos (LBV), do Instituto Biológico (IB-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, receberam o treinamento para identificar a utilização de proteína animal na ração fornecida para bovinos. A utilização de proteína animal, como farinha de carne e ossos de animais, na ração do ruminante é proibida pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) por oferecer risco à sanidade do rebanho nacional.
Na ocasião, os pesquisadores foram orientados pelo especialista da área de veterinária e segurança alimentar, Rafael Astolphi, da Qiagen, empresa que atua na área de biotecnologia e análise molecular e que disponibilizou os equipamentos de extração de ácidos nucleicos, como QIACube HT (sistema automatizado), e Rotor Gene para PCR em tempo real.
Para a pesquisadora do laboratório, Líria Okuda, o treinamento foi importante para implantar novos testes de certificação do fornecimento de alimentação livre de proteína animal oferecida aos bovinos. “Considerando a abertura da exportação da carne bovina, é fundamental garantir a sanidade animal, bem como toda a cadeia produtiva do setor”, disse.
O Laboratório de Viroses de Bovídeos desenvolve atividades de pesquisa e rotina voltadas a análises laboratoriais para confirmação diagnóstica, monitoramento e certificação de produtos animais. A unidade é a única do Estado de São Paulo e uma das poucas do País da área animal a ter o nível 3 de Segurança Biológica. “Atendendo uma das diretrizes do governador Geraldo Alckmin, o laboratório contribui nas garantias sanitárias necessárias para as operações de comércio nacional e internacional”, afirmou o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim.
O LBV realiza diagnósticos de quase todas as doenças de interesse pecuário, assim como para o atendimento às emergências sanitárias que, eventualmente, venham a ocorrer. “É fundamental para o apoio e a execução dos programas sanitários brasileiros, contribuindo para as operações de comércio nacional e internacional”, explicou o diretor do IB, Antonio Batista Filho.