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Mecanização traz nova praga à cana

À medida em que crescem as áreas de cana com colheita mecanizada, aumenta também a incidência da cigarrinha-da-raiz, praga até então pouco vista nas lavouras. Para combatê-la, o Instituto Biológico, órgão da Secretaria de Agricultura de São Paulo, desenvolve há sete anos o programa de controle biológico da praga, por meio do fungo Metarhizium anisopliae. Os resultados têm animado pesquisadores e produtores, principalmente em função da economia. "Nas áreas de colheita de cana crua, a cigarrinha é a principal praga hoje", diz o pesquisador José Eduardo Marcondes, que é coordenador do programa. Com a previsão de extinção das queimadas, que estão sendo reduzidas gradativamente, tem aumentado a preocupação com a população da praga. De acordo com dados do instituto, entre 2002 e 2004 foram usadas cerca de 3 mil toneladas de bioinseticidas para tratar uma área de aproximadamente 390 mil hectares. Isso gerou uma economia de R$ 97 milhões com gastos em controle. O custo da aplicação de inseticida químico chega a ser cinco vezes maior comparado ao biológico. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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