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Pesquisadores e alunos do IZ são treinados para utilizar equipamentos importantes para os Sistemas Integrados de Produção Agropecuária da SAA

Pesquisadores e alunos do Instituto de Zootecnia (IZ-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, receberam treinamentos com equipamentos que auxiliam a medir a umidade e a emissão do CO2 do solo em projetos que irão avaliar impactos ambientais. Os aparelhos serão utilizados nas pesquisas de Sistemas Integrados de Produção Agropecuária do IZ.

Os dois equipamentos – Minitrase, que mede a umidade do solo, e Li-Cor 8100, que mede a emissão de CO2 do solo – foram adquiridos pelo projeto do Plano de Desenvolvimento Institucional de Pesquisa (PDIP-FAPESP).

Henrique Tozzi, técnico da empresa Alemmar, foi o responsável pelo treinamento, juntamente com a coordenadora da atividade, a pesquisadora Flávia Fernanda Simili.

Segundo a pesquisadora, ocorreu a apresentação de partes e peças, montagem do equipamento e configuração inicial, além de exemplos práticos de medidas, processamento e controle de qualidade dos dados e a utilização do HandiTrase (Soilmoisture).

“Todo treinamento visou capacitar alunos e pesquisadores que poderão montar os equipamentos, realizar análises no campo e processamento dos dados”, falou Simili.

As pesquisas do IZ estão fundamentadas em três áreas estratégicas, dentre elas está a de Sistemas Integrados de Produção Agropecuária, que visa avaliar e identificar os sistemas integrados de produção em suas diferentes formas, com implantação e condução de arranjos produtivos para explorar sinergismos e propriedades emergentes nos compartimentos solo, plantas, animais e ambiente, demonstrando viabilidade técnica e econômica, bem como benefícios ecológicos e ambientais.

Com a demanda crescente por alimentos e a necessidade de racionalização dos recursos, os sistemas integrados são alvo de pesquisas, por serem alternativas eficientes e sustentáveis para a produção vegetal e animal.

O uso desses sistemas proporciona benefícios como as melhorias físicas, químicas e biológicas do solo, a intensificação da produtividade vegetal e animal, a mitigação de gases de efeito estufa, a racionalização do uso de defensivos e fertilizantes, além de possíveis vantagens econômicas, pautadas na diversificação de renda e no menor risco de flutuações de mercado.

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