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Plano de safra deve incluir todos os bancos

De acordo com fontes do Banco do Brasil, a proposta apresentada por Alcântara na semana passada é de que alguns produtores, selecionados segundo o histórico e o perfil, tenham uma espécie de crédito pré-aprovado e rotativo junto aos bancos com prazo de quatro anos e renovado automaticamente conforme sejam quitadas as primeiras retiradas. "Não seria uma obrigação, mas uma opção a mais para os bancos privados", afirma a fonte. Na avaliação do assessor técnico da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Ademiro Vian, a liberação de crédito para o setor agrícola deveria ser constante e não ter um prazo como propõe a diretoria do Banco do Brasil. "Ainda não fomos chamados para conversar e, por isso, não é possível fazer uma análise do plano, mas acredito que o crédito deveria ser eterno e não de quatro ou mais anos", afirma Vian. Para o representante dos bancos, o ideal é que houvesse uma taxa de juros adequada em que o produtor pudesse captar recursos no banco que lhe oferecesse as melhores condições e serviços. "O crédito sempre exige garantias e ao que tudo indica a hipoteca da propriedade é que será concedida na obtenção do financiamento. Dessa forma, o produtor ficará preso a um banco durante quatro anos", afirma Vian, ao lembrar que a Febraban defende a livre escolha. (fonte: Jornal do Comércio)
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